A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou, nesta terça-feira, um novo pedido de prisão domiciliar junto ao Supremo Tribunal Federal. No requerimento, os advogados cobraram isonomia jurídica ao citar o caso de Fernando Collor de Mello, que teve sua pena convertida em prisão domiciliar por conta da idade avançada e comorbidades graves.
A defesa sustenta que o ambiente prisional é incapaz de evitar intercorrências graves de saúde, citando a queda de Bolsonaro na cela que causou um quadro de “vulnerabilidade clínica permanente”.
A defesa de Jair Bolsonaro alega que seu caso é ainda mais grave que o de Collor, pois o suposto risco a qual ele estaria submetido “já se materializou”, com sua queda recente.
Além da conversão imediata para o regime domiciliar com monitoramento eletrônico, os advogados também pediram a realização de uma avaliação médica independente de urgência, para verificar se o estado clínico atual de Bolsonaro é compatível com a manutenção no ambiente prisional.

