Autoridades de São Paulo realizaram uma operação para desmantelar um esquema de lavagem de dinheiro vinculado a uma organização criminosa chinesa. Essa organização é suspeita de movimentar R$ 1,1 bilhão em eletrônicos no Brasil. Com sede em São Paulo, o grupo expandiu suas operações para diversos outros Estados.
O Ministério Público de SP, em parceria com a Polícia Civil e a Secretaria da Fazenda, descobriu que os criminosos utilizavam integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) como sócios de fachada. Essa estratégia visava dificultar o rastreamento do patrimônio pelos órgãos de controle.
As investigações revelaram que, em sete meses, a organização alcançou um montante bilionário. As vendas eram feitas por meio de uma plataforma principal, enquanto os pagamentos eram direcionados a empresas de fachada que funcionavam como

