Hezbollah se opõe a plano de desarmamento no Líbano

O grupo terrorista rejeitou o cronograma de quatro meses estabelecido pelo governo libanês para desarmar a segunda.
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O grupo terrorista Hezbollah oficializou sua rejeição à decisão do governo do Líbano de estabelecer um prazo de quatro meses para a segunda fase do plano nacional de desarmamento. A organização, que conta com o apoio do Irã, afirmou que não aceitará o cronograma, por considerar a iniciativa uma manobra que atende aos interesses de segurança de Israel.

A tensão política escalou logo que ministros xiitas abandonaram a sessão do gabinete em protesto contra a medida. O plano de colocar todas as armas sob controle estatal surgiu em agosto de 2025, com o objetivo principal de desarmar o Hezbollah após o conflito com Israel ocorrido entre 2023 e 2024.

O ministro da Informação do Líbano, explicou que o Exército terá quatro meses para restringir armamentos em áreas estratégicas entre os rios Litani e Awali. O prazo pode ser renovado conforme as capacidades militares e os obstáculos encontrados em campo.

Críticas da liderança e impasse militar
O secretário-geral do Hezbollah, criticou duramente a postura das autoridades libanesas em pronunciamento recente. O líder do grupo terrorista classificou o foco no desarmamento como um grande erro e alegou que o governo colabora com os objetivos da agressão israelense.

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