Flávio Bolsonaro tem se destacado em várias pesquisas, apresentando números à frente de Lula. No entanto, esse apoio nas urnas não se reflete na mobilização popular nas ruas. A manifestação 'Acorda, Brasil!' atraiu apenas alguns milhares de participantes, um número inferior ao de protestos anteriores, o que levanta questões sobre a disposição do eleitor em se engajar politicamente.
Há sugestões sobre a necessidade de inovação nos formatos de protesto, como trazer artistas de direita para eventos ou utilizar estádios em vez de ruas. A percepção é de que o modelo atual de manifestações se esgotou. Além disso, Flávio não possui o mesmo carisma que Jair Bolsonaro, o que pode impactar sua popularidade e capacidade de mobilização.
Recentemente, Flávio foi visto ao lado do governador Romeu Zema e do pastor Silas Malafaia. No entanto, a ausência de Michelle Bolsonaro nas atividades políticas foi notada. Em uma carta escrita de dentro da prisão, Jair Bolsonaro destacou a importância da união entre as lideranças políticas para garantir o apoio popular.
A divisão interna entre os grupos de direita tem gerado debates intensos, desviando o foco do que seria a luta contra a esquerda. A mensagem é clara: para vencer as eleições em outubro, é necessário unir esforços e concentrar as energias na batalha política, em vez de se perder em disputas internas.

