A defesa de Lulinha, filho do presidente Lula, manifestou que não vê motivos para um pedido de prisão preventiva contra ele. A declaração ocorre após parlamentares da oposição pedirem ao Supremo Tribunal Federal medidas cautelares em uma investigação sobre fraudes relacionadas ao INSS.
Os integrantes da CPMI do INSS levantam preocupações sobre um possível risco de fuga de Lulinha e indícios de sua participação no esquema. Ele é mencionado como suposto "sócio oculto" de Antônio Carlos Camilo Antunes, que está sendo investigado.
Os advogados de Lulinha, Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Siguimori, expressaram confiança na condução do inquérito pelo ministro André Mendonça. Afirmações de que não haveria justificativa para uma prisão foram feitas, e a defesa demonstrou indignação com a possibilidade de medidas cautelares, como a quebra de sigilos.
A Polícia Federal, em relatório enviado ao STF, indicou que o nome de Lulinha surgiu em investigações da Operação Sem Desconto. A ligação entre Lulinha e Antônio Camilo pode ocorrer por meio da empresária Roberta Luchsinger, que teria recebido R$ 1,5 milhão por um contrato de consultoria.

