O aumento no preço do querosene de aviação, anunciado pela Petrobras, deve impactar a operação das companhias aéreas e a oferta de voos no Brasil. A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) avaliou que o reajuste, superior a 50%, pode restringir a expansão do setor.
A Abear destacou que essa medida pode ter consequências severas, limitando a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, o que afeta a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo. Além disso, o aumento pressiona os custos operacionais, elevando o risco de repasse aos consumidores.
Apesar de a produção de querosene ser, em sua maioria, nacional, o preço é influenciado por parâmetros externos. Isso torna o setor vulnerável a variações externas e dificulta o planejamento das companhias aéreas.
A Abear defendeu a necessidade de implementar mudanças estruturais para minimizar os impactos do aumento do QAV, visando garantir o desenvolvimento do transporte aéreo e a sustentabilidade econômica das operações.

