Transformação do Palmeiras: de momentos difíceis a potência no futebol sul-americano

A trajetória do Palmeiras se reverteu com a presidência de Paulo Nobre, que em 2013 deu início.
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O Palmeiras, em sua trajetória, passou por momentos de grande dificuldade, especialmente na década de 2000. Torcedores viviam angústias com campanhas decepcionantes e quedas para a segunda divisão, enquanto rivais conquistavam títulos importantes. Esse cenário começou a mudar com a ascensão de Paulo Nobre à presidência do clube em 2013.

No início de seu mandato, o Palmeiras enfrentava a Série B do Campeonato Brasileiro e estava sem estádio, devido às obras do Palestra Itália, que iniciaram em 2010. Em 2014, Nobre tomou medidas para reestruturar o clube, evitando um novo rebaixamento. Ele investiu R$ 200 milhões de sua própria fortuna para reforçar o elenco e, ao mesmo tempo, conseguiu sanar as dívidas do clube. O Allianz Parque foi inaugurado, simbolizando uma nova fase.

A partir desse ponto, o Palmeiras começou a se destacar no cenário futebolístico, tornando-se uma força na Libertadores da América. O clube conquistou dois títulos da competição durante esse período e, mesmo em sua única eliminação na fase de grupos em 2016, manteve-se competitivo, avançando até as oitavas em 2017, semifinais em 2018 e quartas em 2019.

Entre 2020 e 2021, o Palmeiras conquistou a Libertadores em edições consecutivas, firmando-se como tricampeão. Nos anos seguintes, alcançou semifinais em 2022 e 2023 e, em 2024, foi eliminado nas oitavas pelo Botafogo, que se sagrou campeão. Em 2025, o clube disputou mais uma final, mas ficou com o vice-campeonato após perder para o Flamengo.

Desde sua estreia na Libertadores, o Palmeiras participou de sete finais: em 1961, 1968, 1999, 2000, 2020, 2021 e 2025. Com a participação em 2026, o clube se tornará o brasileiro com mais edições disputadas, totalizando 26 no torneio, consolidando sua reputação como uma potência no futebol sul-americano.

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