Os dados coletados indicam que as práticas ilícitas acarretaram um prejuízo superior a R$ 7 bilhões para os aposentados e pensionistas do INSS. O relatório destaca a existência de uma rede complexa, composta por dezenas de empresas, que foram utilizadas para facilitar a movimentação e a dispersão dos valores, dificultando o rastreamento das transações realizadas.
O relator também menciona que o progresso das investigações enfrentou obstáculos, como decisões judiciais que limitaram a convocação de dirigentes financeiros e a obtenção de relatórios de inteligência. Além disso, foram feitas críticas ao papel do Supremo Tribunal Federal em algumas decisões que impactaram o andamento do caso.
Embora o relatório final ainda não tenha sido aprovado, os documentos da CPMI serão enviados para avaliação do Supremo Tribunal Federal, do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. Ao todo, 216 indivíduos foram mencionados como potencialmente envolvidos nas irregularidades, evidenciando a gravidade do esquema investigado.

