A estreia do Athletico na Copa do Brasil Foi marcada por um desempenho que deixou a desejar, culminando em um empate sem gols contra o Atlético Goianense. O resultado frustrou os torcedores que compareceram à Arena da Baixada, onde pouco mais de 18 mil espectadores assistiram ao jogo. O horário da partida, às 21h30, parece ter contribuído para a baixa presença, além das oscilações do time nesta temporada.
Logo no início da partida, já havia um clima de apreensão em relação à escalação escolhida pelo técnico Odair Hellmann. A ausência de Mendoza e o fato de Luis Gustavo estar poupado levantaram questionamentos sobre as opções de meio-campo, que contaram com Portilla e Zapelli, jogadores limitados. Além deles, os jovens João Cruz e Dudu, que não possuem as características ideais para a criação, foram escalados juntos, resultando em um setor de meio de campo pouco eficiente.
A atual formação do elenco, criticada pela diretoria, que se concentra mais em questões financeiras do que em planejamento esportivo, deixou Odair Hellmann em uma situação complicada. A falta de opções de qualidade limitou a capacidade do time de apresentar um padrão de jogo consistente, especialmente após uma performance notável contra o Coritiba em um jogo anterior.
Durante a partida, o Athletico demonstrou uma correria desorganizada, sem ritmo ou jogadas efetivas, o que foi visível mesmo após as mudanças realizadas com as entradas de Chiqueti, Bruninho, Luis Gustavo e Leozinho. Apesar das alterações, a equipe não conseguiu se impor diante de um adversário que parecia vulnerável.
Diante do desempenho insatisfatório, a responsabilidade aumentará nas próximas partidas do Campeonato Brasileiro, onde o Athletico precisará demonstrar evolução para atender às expectativas de seus torcedores e conquistar resultados positivos.