Luan Henrique Silva de Almeida, conhecido como "Fuzil", foi assassinado a tiros na tarde de sábado, 25, enquanto estava em uma ambulância em Praia Grande, no Litoral Sul de São Paulo. O homem, de 31 anos, era o principal suspeito de ter matado seu enteado, uma criança de apenas oito anos, em um crime ocorrido na última sexta-feira, 1°.
As informações disponíveis no boletim de ocorrência revelam que a criança já chegou à UPA em estado crítico, apresentando parada cardiorrespiratória e múltiplas lesões. Os médicos que atenderam a criança constataram marcas de agressão, incluindo ferimentos na região do pescoço e do lábio, além de hematomas e equimoses em diversas partes do corpo, como abdômen, tórax, dorso, membros inferiores e nádegas.
Inicialmente, a mãe do menino relatou que estava em casa com o filho e o companheiro quando mandou a criança tomar banho. Ela afirmou que cochilou por alguns minutos e, ao acordar, encontrou o menino inconsciente no banheiro. Contudo, essa versão foi alterada posteriormente. A mãe admitiu que estava em um salão de beleza fazendo os cílios quando Luan chegou, aflito, informando que o menino estava passando mal.
Após levar a criança ao hospital, Luan deixou a unidade de saúde, alegando que iria buscar os documentos da criança, e entregou-os à tia da vítima antes de não retornar mais. Imagens de câmeras de segurança confirmaram que a mãe estava realmente no salão durante o incidente. O caso segue sob investigação das autoridades competentes, que buscam esclarecer os detalhes do crime e as circunstâncias que levaram à morte do menino.
O assassinato de Luan Henrique Silva de Almeida dentro da ambulância levanta questões sobre a segurança pública e a proteção de crianças em situações de vulnerabilidade. As investigações continuam, e novas informações podem surgir à medida que os investigadores aprofundam o caso.
