Donald Trump e Vladimir Putin dialogam por mais de uma hora sobre a guerra na Ucrânia

Durante uma conversa telefônica, Donald Trump ofereceu ajuda a Vladimir Putin para buscar uma solução para o.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por mais de uma hora com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, no último sábado, 4, onde ofereceu apoio para encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia. A informação foi divulgada pelo Kremlin, através do assessor presidencial Yuri Ushakov, que destacou que Putin reafirmou a posição da Rússia em favor de uma solução política e diplomática para o conflito, desde que respeite os princípios da nação.

Durante a ligação, Trump reiterou sua disposição em colaborar para o término das hostilidades e mencionou que os representantes norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner continuarão a participar dos esforços de mediação, estando prontos para uma visita a Moscou. Por sua vez, Putin acusou a Ucrânia e seus aliados de prolongarem a guerra, afirmando que as forças russas continuam a avançar no leste ucraniano.

Além de discutir a guerra, o presidente russo expressou sua expectativa de que as negociações entre os Estados Unidos e o Irã possam levar a uma solução duradoura para as questões em pauta. Os dois líderes também abordaram as relações bilaterais, a cooperação econômica e projetos conjuntos, incluindo a próxima missão espacial que envolve a Estação Espacial Internacional.

Putin renovou o convite para que Trump visite a Rússia, e ambos concordaram em manter contato frequente, com a previsão de uma nova ligação em breve. O Kremlin informou que a iniciativa para a conversa partiu dos Estados Unidos.

Adicionalmente, foi relatado que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também teve um diálogo com Trump. Zelensky descreveu a conversa como "muito boa" e afirmou que os dois concordaram em continuar as discussões durante a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), agendada para os dias 7 e 8 de julho na Turquia. O líder ucraniano indicou que há uma "perspectiva real" de encerrar a guerra, ressaltando que o envolvimento dos EUA será crucial nesse processo.

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