Na noite do dia 16 de julho de 2026, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, fez uma declaração polêmica durante uma live em suas redes sociais. Ele comentou sobre uma foto que circula na internet, onde aparece ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, mais conhecido como ‘Sicário’. Flávio alegou que a imagem foi manipulada por inteligência artificial (IA).
O senador destacou que a foto apresenta características de alteração, citando especificamente a mão de Moraes Mourão, que na sua visão exibe um detalhe incomum. "É um presidente da República que acha que a inteligência artificial só serve para manipular vídeos e fotos, como essa foto que manipularam recentemente que eu estava lá, sem camisa, de óculos escuro, queimadão de praia do lado de um cara ali que tinha um dedo mindinho de 20 centímetros", afirmou Flávio.
Ele continuou a crítica mencionando: "Já viu isso? Quando eles fizeram a IA, esqueceram de cortar o dedo do cara". As declarações do senador geraram repercussão nas redes sociais, onde muitos usuários comentaram sobre o teor de sua fala.
A figura de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, referida como ‘Sicário’, é envolvida em investigações sérias. De acordo com a Polícia Federal (PF), ele é apontado como coordenador de um grupo chamado “A Turma”, que é descrito como uma milícia privada relacionada ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Sicário foi preso em março de 2026 durante a terceira fase da Operação Compliance Zero e, posteriormente, teve a morte cerebral confirmada após uma tentativa de suicídio.
A questão da manipulação digital e o uso de IA levantam debates sobre a veracidade das informações que circulam, especialmente em tempos de crescente desinformação nas redes sociais. As declarações de Flávio Bolsonaro refletem não apenas uma tentativa de defesa pessoal, mas também um alerta sobre as implicações do uso de tecnologias avançadas na comunicação pública.

