Ofensivas dos EUA contra o Irã entram na sétima noite consecutiva

O Comando Central dos Estados Unidos intensificou os ataques ao Irã, visando instalações militares e de logística..
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Na noite de sexta-feira, 17, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) deu continuidade aos ataques contra o Irã, marcando a sétima noite consecutiva de operações militares. As ofensivas têm como foco instalações de vigilância, infraestrutura logística, depósitos subterrâneos de armamentos e capacidades marítimas do país persa.

A execução das operações contou com a mobilização de aeronaves de combate, drones, navios de guerra e outros recursos estratégicos. O Centcom também reiterou a manutenção do bloqueio naval aos portos iranianos, uma ação determinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Atualmente, mais de 50 mil militares norte-americanos permanecem em alerta e em operação no Oriente Médio.

Em comunicado oficial, o Centcom enfatizou que "continua responsabilizando o Irã sob determinação do comandante em chefe" e que suas forças estão "vigilantes, preparadas para o combate e prontas para agir". Essa postura reflete a escalada das tensões entre os EUA e o Irã, que se intensificou nas últimas semanas.

Informações da agência de notícias iraniana ISNA indicam que os ataques das Forças Armadas dos EUA atingiram a região de Sirik, no sul do Irã. Além disso, o vice-governador da província de Bushehr acusou os militares norte-americanos de terem atacado um petroleiro iraniano atracado na Ilha de Kharg.

Simultaneamente, a agência Tasnim reportou que forças iranianas realizaram um ataque contra uma embarcação com bandeira da Tailândia no Estreito de Ormuz. O Exército do Kuwait também registrou ataques iranianos com drones a diversas instalações e acampamentos militares, que resultaram em incêndios e danos em unidades de geração de energia em uma estação de dessalinização de água.

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, por sua vez, anunciou um ataque surpresa à base aérea dos EUA em Al Udeid, localizada no Catar. O grupo afirmou ter destruído um sistema de radar de longo alcance e várias aeronaves estratégicas de reabastecimento, além de ter causado danos significativos a outros aviões.

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