Operação militar dos EUA e Arábia Saudita atinge alvos do Irã no Iraque

Uma operação militar coordenada entre os EUA e a Arábia Saudita resultou na destruição de instalações ligadas.
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Na terça-feira, 28, caças dos Estados Unidos e da Arábia Saudita realizaram bombardeios em depósitos de armas e bases de militantes associados ao Irã no leste do Iraque. A ação foi liderada pelo Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) e ocorreu em resposta a uma série de investidas com mais de 30 drones, que foram lançados por grupos sob a direção do Guarda Revolucionário iraniano em um período de 72 horas.

Os drones, oriundos de Teerã, tinham como alvo refinarias de energia na Arábia Saudita e locais onde estão posicionadas tropas americanas na região. As defesas das forças aliadas conseguiram neutralizar esses ataques sem registrar baixas, evitando assim danos maiores.

Entre fevereiro e abril deste ano, o Pentágono registrou mais de 600 tentativas de agressão por parte de milícias iranianas contra instalações e cidadãos dos EUA no Iraque. O número elevado de ataques motivou a retaliação militar do comando aliado, que busca desmantelar a capacidade operacional dessas milícias.

O comando americano exigiu que o Irã interrompesse imediatamente suas ações violentas, advertindo que a continuidade dos ataques resultará em novas operações militares no território iraquiano. Essa postura demonstra a determinação dos EUA em manter a segurança de suas tropas e instalações na região.

As forças aliadas permanecem atentas ao espaço aéreo do Leste Médio, com o objetivo de prevenir novos avanços extremistas e garantir a estabilidade na área. A parceria entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita é fundamental para conter a influência armada de Teerã, que continua a ser uma preocupação crescente para a segurança regional.

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