Além disso, os investidores estrangeiros ampliaram sua exposição aos títulos públicos brasileiros. No mês de junho, esse grupo aumentou suas posições em aproximadamente R$ 6,9 bilhões, atraídos, principalmente, pelos rendimentos de longo prazo. Atualmente, investidores não residentes detêm 9,95% da dívida interna do Brasil, sendo que 69,42% desse total está aplicado em títulos prefixados, o que demonstra um interesse crescente por papéis que oferecem remuneração previamente definida.

