A empresária Roberta LUCHSINGER compartilhou na quinta-feira (6) que sua vida se transformou completamente após ser citada em investigações da Polícia Federal (PF) que apuram um suposto esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em uma publicação em suas redes sociais, LUCHSINGER relatou que está enfrentando ataques constantes e reafirmou sua confiança na Justiça.
"Não tem sido fácil viver sob ataques diários. Ver meu nome e também pessoas queridas sendo atingidas por acusações, julgamentos e narrativas que desconsideram os fatos é profundamente doloroso. Minha vida virou de cabeça para baixo. Ainda assim, permaneço de pé. Não permitirei que as dificuldades me façam perder a fé, a serenidade ou a confiança na verdade e na Justiça", escreveu a empresária.
Além de expor seu sofrimento, Roberta criticou a tentativa de transformar relações de amizade em alvos de desconfianças. "Criminalizar relações de amizade é algo que afronta os princípios mais elementares do Estado Democrático de Direito. Nenhuma democracia se fortalece quando vínculos pessoais passam a ser tratados como motivo para suspeitas ou narrativas que desconsideram os fatos", afirmou.
LUCHSINGER também expressou gratidão pelo apoio que recebeu durante o período de investigação, afirmando que continuará a buscar a verdade e a Justiça. "Tenho certeza de que dias melhores virão. A perseguição tem sido intensa, mas, como sempre digo, Deus nos dá a cruz que somos capazes de carregar", publicou.
A empresária está sendo investigada pela PF devido a suspeitas relacionadas a pagamentos e vínculos com indivíduos mencionados em um caso que investiga descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Roberta LUCHSINGER é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, que é o filho mais velho do presidente Lula (PT).
A análise do nome de Roberta surgiu após transferências financeiras realizadas para Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula. Os valores envolvidos na investigação atingem um montante de R$ 249 mil, conforme apuração da PF.

