Denúncia contra Alfredo Gaspar é supostamente orquestrada por Lindbergh e líder sindical

Uma denúncia contra o deputado Alfredo Gaspar pode ter sido armada em uma conspiração envolvendo Lindbergh Farias.
WhatsApp
Facebook
Twitter
Print

Recentemente, surgiram novas informações sobre uma denúncia contra o deputado Alfredo Gaspar, que poderia ter sido elaborada por Lindbergh Farias e Carlos Roberto Lopes, presidente do CONAFER. O caso teve início com uma acusação de abuso sexual envolvendo Gaspar e uma menor de idade, mas a gravidade da situação parece ser ainda maior. Lindbergh, em mensagem enviada a Sóstenes Cavalcanti, líder do PL, admitiu que não possuía provas da acusação.

O denunciante, Luiz Antonio Lopes, um comerciante do Shopping Jardim Guadalupe, no Rio de Janeiro, relatou ao gabinete de Gaspar que a acusação foi fabricada. Ele afirmou ter informações sobre uma reunião entre uma jovem chamada Marcela Maria Mendes, um jornalista e um assessor legislativo ligado a Lindbergh. Marcela teria sido preparada para dar uma entrevista falsa à revista piauí, alegando ter sido vítima de abuso sexual por parte de Gaspar.

Lopes, que possui uma sorveteria na localidade, descreveu que a jovem Marcela aparecia frequentemente na praça de alimentação do shopping. Ele revelou que, em uma ocasião, ela se encontrou com uma mulher jornalista e um homem identificado como Lucas, que se dizia assessor de um político. De acordo com o comerciante, Marcela usaria uma identidade falsa para sustentar a narrativa da suposta agressão.

O comerciante também mencionou que ouviu de um colaborador que Marcela estava sendo orientada a afirmar falsamente que era de Maceió/AL e que havia sido abusada na adolescência. Além disso, ele alegou que Marcela foi alertada sobre o risco de morte caso a fraude fosse descoberta, para garantir que não houvesse testemunhas.

Luiz Antonio Lopes ainda relatou à Polícia Legislativa que recebeu ameaças para não depor. Ele afirmou que, na véspera do seu testemunho, uma pessoa não identificada o procurou e o advertiu a se afastar do assunto, insinuando que sua vida e a de sua família estariam em perigo se algo relacionado ao caso fosse divulgado na mídia.

Antonio Lopes também apresentou à Polícia Legislativa comprovantes de depósitos feitos via PIX, que podem estar relacionados à trama. O caso foi encaminhado à Corregedoria da Câmara e, posteriormente, ao Supremo Tribunal Federal, devido ao envolvimento de autoridades com foro privilegiado. Até o momento, tentativas de contato com Lindbergh Farias e Carlos Roberto Lopes não tiveram resposta, e o espaço permanece aberto para manifestações dos citados.

PUBLICIDADE

Relacionadas: