Filipe Barros denuncia intimidação do PT e provoca adversários em Curitiba

O candidato ao Senado Filipe Barros, do PL, acusou o PT de intimidar sua equipe em Curitiba..
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O início da campanha eleitoral no Paraná tem sido marcado por um clima de tensão entre os candidatos. No dia 17, o candidato ao Senado Filipe Barros, do PL, divulgou um vídeo em que acusa integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) de realizarem filmagens não autorizadas em seu comitê eleitoral, localizado em Curitiba. Barros relatou que a presença dos deputados Elton Welter, Arilson Chiorato e Zeca Dirceu no local gerou preocupação entre seus colaboradores.

Em sua declaração, Barros classificou a ação como uma tentativa de intimidação por parte do PT. Ele afirmou que a invocação de sua equipe se deu durante o primeiro dia de campanha eleitoral e ressaltou que medidas seriam tomadas em resposta ao ocorrido. "O PT do Paraná está intimidando a minha equipe. Eu tô interrompendo o nosso primeiro dia de campanha eleitoral para fazer uma grave denúncia e anunciar as providências que estou tomando", afirmou o candidato.

O parlamentar ainda mencionou que Welter teria invadido o escritório do PL na Avenida Cândido de Abreu, filmando sua equipe sem autorização. Além disso, Barros fez questão de destacar que outros dois deputados petistas, Chiorato e Dirceu, também estiveram presentes, citando Chiorato como alguém que já foi acusado de tentativas de fraudes junto ao Tribunal de Contas do Estado.

Em resposta às provocações, Filipe Barros exibiu um banner em frente à sede estadual do PT em Curitiba, que trazia imagens de figuras ligadas à direita, incluindo Jair Bolsonaro. A instalação do banner foi apresentada como uma reação às ações do PT.

Além disso, em um vídeo divulgado anteriormente, o candidato a deputado estadual Thiago Foltran e Elton Welter foram vistos procurando Sérgio Moro no escritório do PL, com um tom irônico. Eles insinuaram que Moro estaria evitando debates, chamando-o de "fujão" e realizando uma busca encenada pelo local.

A gravação termina com críticas a Moro e uma defesa das propostas do PT, abordando temas como desemprego, inflação e a posição do Brasil no cenário internacional.

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