Em novembro de 2025, a Justiça decidiu afastar Manga cautelarmente do cargo. A medida foi tomada após suspeitas de que ele estaria dificultando investigações sobre desvios na área da saúde do município. Contudo, em março de 2026, o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, concedeu uma liminar que permitiu seu retorno ao cargo, decisão posteriormente confirmada pela 2ª Turma da Corte. O caso ainda está sob análise.
As acusações contra o prefeito incluem organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, peculato, contratação ilegal e fraude em licitações, fundamentadas nas investigações da Operação Copia e Cola, que está sendo conduzida pela Polícia Federal.
O Republicanos afirmou que a expulsão de Manga seguiu todos os trâmites legais, garantindo o contraditório e a ampla defesa. O partido destaca que aplica suas normas estatutárias de forma equitativa a todos os seus filiados.