Marco Rubio denuncia influência cubana nos Estados Unidos durante homenagem a Fidel Castro

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, criticou o regime cubano por sua suposta rede de.
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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, fez uma acusação ao regime cubano por sua suposta rede de influência no país. A declaração ocorreu em meio às homenagens pelo centenário do nascimento de Fidel Castro, celebrado em 13 de agosto. Rubio afirmou que o regime aproveitou a ocasião para organizar a presença de simpatizantes estrangeiros em Havana, buscando estreitar laços com autoridades cubanas.

Rubio apontou que o Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap) foi responsável por organizar essa iniciativa, que, segundo ele, utiliza intercâmbios culturais e educacionais como estratégia para manter contatos nos Estados Unidos. O secretário enfatizou que o governo Trump não permitirá que uma potência estrangeira hostil explore as liberdades americanas, acusando o regime cubano de enganar e corromper cidadãos dos EUA.

No mesmo comunicado, o Departamento de Estado anunciou sanções direcionadas a três altos integrantes do Icap e a nove entidades estatais cubanas. Os sancionados incluem Fernando González Llort, presidente do instituto; Noemí Ramona Rabaza Fernández, primeira vice-presidente; e Leima Martínez Freire, que ocupa a diretoria para a América do Norte. As sanções se estendem também a entidades ligadas a setores estratégicos como mineração e construção.

Essas medidas poderão bloquear bens e interesses dos sancionados que se encontrem sob a jurisdição dos Estados Unidos. Além disso, cidadãos e empresas norte-americanas terão restrições em realizar transações com os alvos das sanções, o que intensifica a pressão sobre o regime cubano.

As sanções foram anunciadas pouco após a abordagem de autoridades americanas a cidadãos que retornavam de Cuba no Aeroporto Internacional de Miami. Alguns desses passageiros tiveram seus celulares e outros dispositivos eletrônicos apreendidos para inspeção, o que gerou preocupações sobre a segurança e a privacidade dos viajantes.

Informações provenientes do regime cubano indicam que mais de 1,5 mil ativistas e representantes de organizações de solidariedade de mais de 60 países, incluindo nações da América Latina, Europa, África e Ásia, viajaram para Cuba na semana da homenagem a Fidel Castro, participando de eventos que celebraram sua figura. O contexto atual revela uma crescente tensão entre os Estados Unidos e o regime cubano, refletindo as complexas relações entre os dois países.

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