Corpos de jovens desaparecidas são encontrados em área rural no Paraná

As buscas por Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, desaparecidas desde abril, terminaram com a.
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Os corpos de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas com 18 anos, foram encontrados na manhã de 21 de agosto de 2026, em uma cova rasa localizada em uma área de mata próxima à Estrada do Porto, na região conhecida como "curva do Jeep", em Paraíso do Norte, Paraná. As jovens estavam desaparecidas desde 21 de abril deste ano.

A localização dos corpos foi possível graças à prisão de um comparsa do principal suspeito, que indicou o local do sepultamento. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou uma operação nas primeiras horas de 21 de agosto, que resultou na descoberta. As investigações estão sob a responsabilidade da delegada Kethilin Schwingel Iurino, que identificou Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido como "Cleitinho do Pó", e seu comparsa, Michel, apelidado de "Magrão", como os envolvidos no caso.

Clayton foi morto a tiros Em Mandaguari durante uma tentativa de fuga, após fazer uma família refém. Michel, por sua vez, foi preso em Umuarama e, em seu depoimento, apontou o local exato onde os corpos estavam enterrados. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realizar a remoção dos corpos encontrados.

As últimas movimentações conhecidas de Letycia e Sttela foram registradas entre as cidades de Cianorte, Jussara e Paranavaí. Em 20 de abril, às 22h39, as jovens foram vistas saindo de Cianorte em uma caminhonete acompanhadas por Clayton. O veículo foi flagrado em Jussara, onde Sttela residia, às 22h54. Nesse mesmo dia, às 22h55, Sttela fez uma postagem nas redes sociais dentro da caminhonete, com a legenda: "Qual será o nosso destino KKKK". O trio deixou Jussara às 23h13, seguindo pela PR-323 em direção a Maringá.

Por volta da 1h10 do dia 21, câmeras registraram a presença das três pessoas em uma boate de Paranavaí. Após esse encontro, as jovens não foram mais localizadas. Entre 22 e 23 de abril, Clayton retornou sozinho a Cianorte, sem a caminhonete e sem o celular. Em 29 de abril, um mandado de prisão foi expedido contra ele, sendo considerado foragido por homicídio.

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