Os advogados de Lulinha sustentam que ele não ocupa cargo público, o que, segundo eles, não justifica críticas políticas que envolvam acusações criminais sem provas concretas. A defesa ainda ressalta que o uso de inteligência artificial potencializou a difusão do conteúdo.
Esta ação é a terceira movida por Lulinha contra políticos, em resposta a materiais que ele considera ofensivos. Anteriormente, ele já havia processado Flávio Bolsonaro e Romeu Zema por situações semelhantes.

