Tabata Amaral critica Renan Santos e levanta suspeitas sobre propostas eleitorais

A deputada Tabata Amaral fez acusações contra Renan Santos em vídeo, sugerindo que suas propostas visam restringir.
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A deputada federal Tabata Amaral, do PSB de São Paulo, publicou um vídeo em que critica Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, levantando suspeitas sobre suas propostas. Durante a gravação, ela associa Santos a iniciativas que iriam restringir o voto feminino e de pessoas com menos recursos, além de sugerir o fim de programas sociais como o Bolsa Família.

Renan Santos já manifestou a intenção de substituir o programa Pé-de-Meia, caso seja eleito. Ele critica o modelo atual que condiciona o pagamento a frequência escolar e propõe uma transição para um sistema baseado em premiações por desempenho dos alunos. Essa mudança visa incentivar a educação de maneira diferente, mas gera controvérsias sobre a continuidade dos benefícios sociais.

Com relação ao Bolsa Família, a proposta de Renan não é a extinção do programa, mas a implementação de “frentes cidadãs” que envolveriam beneficiários aptos ao trabalho em atividades de infraestrutura e produção de alimentos. Nesse modelo, aqueles que se recusassem a participar dessas atividades poderiam perder o auxílio financeiro.

Além disso, Renan defende uma revisão rigorosa dos beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), o que tem gerado críticas e preocupações entre os defensores dos direitos sociais.

A polêmica sobre o voto surge a partir de conceitos defendidos na plataforma do Missão, incluindo a “democracia familiar”, que sugere uma representação eleitoral baseada na família. No entanto, não há propostas concretas apresentadas por Renan que prevejam a proibição do voto feminino ou de pessoas de baixa renda.

No vídeo, Tabata Amaral também reitera declarações feitas anteriormente por Renan a seu respeito e defende o programa Pé-de-Meia, que foi originado de uma proposta de sua autoria. Ela ainda afirma que Renan apoiaria a “pena de morte sem julgamento” no Brasil, embora essa interpretação não corresponda exatamente ao que ele propõe, já que Renan defende a pena de morte para crimes específicos dentro de um processo judicial regular.

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