Ronaldo Fonseca desiste da candidatura ao Senado e apoia Bia Kicis e Michelle Bolsonaro

Ronaldo Fonseca renunciou à candidatura ao Senado pelo Distrito Federal para apoiar Bia Kicis e Michelle Bolsonaro..
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O ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Ronaldo Fonseca, anunciou nesta segunda-feira (28) sua renúncia à candidatura ao Senado pelo Distrito Federal. A decisão visa apoiar Bia Kicis e Michelle Bolsonaro na disputa pela Casa. Além disso, ele também declarou apoio a Celina Leão na corrida pelo governo do DF.

O anúncio ocorreu durante um evento de campanha, que contou com a presença das candidatas e de outros integrantes da coligação. Fonseca justificou sua decisão ao afirmar que estava do "lado errado" e que era necessário concentrar votos entre candidaturas alinhadas à direita. "Eu estou entre amigos, e acho que eu estava do lado errado. Eu decidi renunciar minha candidatura ao Senado para apoiar minhas candidatas Michelle e Bia Kicis", declarou.

Em seu discurso, Fonseca ressaltou a importância da disputa entre os campos políticos, afirmando que a batalha deve ser vencida pela direita contra a esquerda. Ele também manifestou seu desejo de participar ativamente da campanha de Bia Kicis, dizendo: "Bia, eu quero andar com você nos quatro cantos da cidade. Se eu puder te ajudar, a esquerda não vai te tratorar. Nós vamos todos rumo à vitória".

Após a renúncia, o ex-candidato divulgou um comunicado onde explicou que tomou a decisão com "serenidade, responsabilidade e respeito" aos eleitores que o apoiaram. Apesar de sua retirada da disputa, ele reafirmou seu compromisso com a política, afirmando: "Renuncio à candidatura, mas não renuncio aos meus princípios, às minhas convicções e, sobretudo, ao meu compromisso de servir à população do Distrito Federal".

Natural de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, Ronaldo Fonseca é advogado, escritor e pastor da Assembleia de Deus. Ele já foi deputado federal pelo Distrito Federal em dois mandatos, entre 2011 e 2019, e ocupou o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo de Michel Temer, em 2018. Antes da renúncia, Fonseca aparecia em pesquisas eleitorais com percentuais entre 1% e 2% das intenções de voto para o Senado no Distrito Federal.

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