O deputado federal Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, declarou que tomará todas as medidas necessárias contra a deputada que o acusou de estupro durante a leitura do relatório da comissão. Gaspar classificou a parlamentar como criminosa e afirmou que não descansará até que ela seja “caçada e presa”.
Ele ressaltou que a repercussão das acusações teve um efeito inverso ao esperado, resultando em um aumento de 80 mil seguidores nas redes sociais e uma onda de solidariedade nacional. Para Gaspar, a reação popular demonstrou que a população reconheceu o episódio como um “ato baixo” e uma “coação no curso do processo”.
Gaspar afirmou que os danos causados foram pessoais e familiares, e não à sua imagem pública. Ele também mencionou que acredita que as acusações fazem parte de um ataque coordenado, afirmando que a origem desse ataque foi em Alagoas, com o envolvimento do PT a nível nacional.
O deputado ainda comentou que houve um encontro fora da agenda entre Lindbergh Farias e o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, antes da denúncia. Gaspar declarou que irá identificar o responsável político pela articulação, mas que isso será feito no momento certo.

