Conflito entre EUA e Irã se intensifica com novos ataques

A ofensiva militar dos Estados Unidos contra o Irã foi ampliada, resultando em mortes e feridos. O.
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Na última sexta-feira, 17, os Estados Unidos intensificaram sua ofensiva militar contra o Irã, realizando bombardeios direcionados a pontes e a um aeroporto localizado no sul do país. Em retaliação, o Irã atacou várias bases militares americanas situadas no Kuwait, Bahrein e Omã, além de ter atingido uma usina de energia e dessalinização no Kuwait.

De acordo com o Ministério da Saúde iraniano, os ataques realizados pelos EUA resultaram na morte de pelo menos 38 pessoas e deixaram mais de 400 feridos desde o dia 22 de junho. A escalada das hostilidades ocorreu após o colapso do acordo de cessar-fogo que vigorava anteriormente, reacendendo temores de um conflito em larga escala e aumentando os riscos para o fornecimento global de energia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou a possibilidade de expandir ainda mais a ofensiva, não descartando a realização de ataques à infraestrutura iraniana ou até mesmo uma operação terrestre. Essa postura gera incertezas sobre a continuidade das hostilidades na região.

Em resposta às ações norte-americanas, o Irã anunciou que poderia retaliar atingindo a infraestrutura civil de países vizinhos e intensificando operações no Estreito de Ormuz e no mar Vermelho, contando com o apoio de aliados houthis.

No contexto dessa escalada, fuzileiros navais dos EUA abordaram um navio-tanque no estreito de Hormuz, com o intuito de fortalecer o bloqueio imposto ao Irã. Essa situação impacta diretamente o tráfego pela principal rota marítima de exportação de petróleo, contribuindo para a elevação dos preços da commodity no mercado internacional.

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