Conselho de Ética do Paraná discute casos de deputados e aprova diligências

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná realizou reunião ordinária para discutir casos de deputados.
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O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná realizou, na segunda-feira (3), a 4ª reunião ordinária de 2026. Durante a reunião, o parlamentar Marcio Pacheco leu seu parecer prévio sobre um processo que envolve o deputado Renato Freitas em uma briga com o manobrista Wesley de Souza Silva. O fato ocorreu em 19 de novembro e o relator sustentou que a defesa prévia não enfrentou objetivamente os fatos descritos nas denúncias e afastou qualquer hipótese de arquivamento.

O relator também rejeitou alegações de suspeição apresentadas pela defesa, destacando que divergências políticas não configuram impedimento para o exercício da relatoria. “Divergência política não é inimizade, não há qualquer processo entre os citados, e este Conselho julga fatos à luz do Regimento, não pessoas, partidos ou ideologias”, assegurou o relator. Pacheco também alertou para a necessidade de cuidado com medidas protelatórias, que podem comprometer o prazo regimental.

Com a admissibilidade mantida, o processo segue para a fase de instrução probatória. Pacheco requereu que fossem solicitadas à Polícia Civil, que investiga o caso, imagens e outros documentos, além do depoimento de Wesley ao Conselho. O parlamentar Dr. Antenor pediu vistas ao parecer, que foi negado pelo presidente do Conselho, Delegado Jacovós.

O presidente também determinou que o deputado Thiago Buhrer será o relator do processo de autopia de Tito Barrichello, cujo representado também é o parlamentar Renato Freitas. Na denúncia, ele teria proferido ofensas a parlamentares. O fato ocorreu em 10 de fevereiro deste ano, em reunião do Conselho de Ética.

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