Um novo livro lançado na França revela detalhes sobre uma alegada crise conjugal envolvendo o presidente Emmanuel Macron. A obra, intitulada "Um Casal (Quase) Perfeito", escrita pelo jornalista Gaël Tardif, chegou às livrarias no dia 13 e está gerando debates acalorados sobre o relacionamento do casal presidencial.
No centro da controvérsia está uma mensagem que Macron supostamente enviou para a atriz iraniana Golshifteh Farahani, na qual o presidente teria declarado: "Acho você muito bonita." Trechos do livro, publicados pelo jornal francês Le Parisien, indicam que essa relação foi caracterizada como “platônica”, sem envolvimento físico, mas com uma intensa carga emocional.
O episódio mais impactante relatado na biografia ocorreu em maio do ano anterior, a bordo do avião presidencial, momentos antes de aterrissar em Hanói, no Vietnã. Brigitte Macron, de 73 anos, teria encontrado a mensagem no celular do marido, o que a levou a dar um tapa no rosto de Emmanuel Macron. Uma amiga próxima à primeira-dama comentou sobre o desfecho emocional da situação, revelando que o que mais a magoou não foi a mensagem em si, mas a ideia que ela sugeria: uma possível exclusão de sua vida.
A equipe de Brigitte Macron rapidamente se manifestou, negando veementemente a narrativa apresentada no livro e afirmando que a primeira-dama jamais mexe no celular do presidente. Golshifteh Farahani, por sua vez, já havia se pronunciado sobre o assunto anteriormente, afirmando que algumas pessoas carecem de amor e inventam romances para preencher esse vazio.
Imagens do suposto tapa começaram a circular rapidamente, e a Equipe de Macron tentou minimizar os danos. Inicialmente, levantou a suspeita de que o vídeo poderia ser uma manipulação de inteligência artificial, mas depois alterou a abordagem, classificando o episódio como uma brincadeira entre o casal. Um aliado de Macron reforçou essa versão, afirmando que o presidente gosta de fazer brincadeiras e que Brigitte sempre reage de maneira semelhante.
Emmanuel Macron também se manifestou publicamente, pedindo que as pessoas "se acalmassem" e insistindo que tudo não passava de uma interação leve entre ele e a esposa. Até o momento, o Palácio do Eliseu, sede do governo francês, não se pronunciou sobre as novas revelações do livro. Essa publicação promete reacender as especulações sobre a vida pessoal do presidente, especialmente em um momento que antecede movimentações políticas significativas na França.

