Daniella Marques elogia liderança de Flávio Bolsonaro em pré-campanha

A ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, afirmou que Flávio Bolsonaro é um líder excepcional e.
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A ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, destacou a liderança de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como "excepcional" durante a pré-campanha do senador. Em entrevista concedida à Jovem Pan News, ela enfatizou que o grupo que compõe a campanha está focado em construir uma estratégia eleitoral sólida, sem entrar em discussões sobre a distribuição de cargos.

Na conversa, realizada nesta sexta-feira (17), Daniella ressaltou a união e o propósito do grupo em derrotar o Partido dos Trabalhadores (PT) nas próximas eleições. "O Brasil precisa derrotar o PT nessa eleição, senão vamos cair em um atraso gigantesco", afirmou, referindo-se à necessidade urgente de mudança no país.

Daniella mencionou o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, como parte do núcleo central da campanha, destacando a coesão entre os integrantes. A ex-presidente da Caixa declarou ainda que já colocou seu nome à disposição para uma possível candidatura a vice-presidente, mas que a decisão final caberá a Flávio Bolsonaro. "Ele é o técnico do projeto e decide onde cada um do time joga. Estou a serviço do Brasil, alistada para ajudar nessa mudança", afirmou.

A ex-presidente também enfatizou a urgência de uma transformação nas áreas de segurança pública e economia. "Essa mudança é urgente e necessária, tanto do ponto de vista da segurança das nossas famílias quanto da mudança desse modelo econômico que está arrastando não só o governo, mas as empresas e as famílias para o buraco", disse.

Daniella ressaltou que sua participação na pré-campanha é voluntária e sem remuneração. "Eu sou soldado voluntário não remunerado", afirmou. Questionada sobre quando a definição do candidato a vice-presidente será discutida, ela respondeu que o foco atual está na formulação do programa de governo e na organização da campanha.

"Estamos mais concentrados na estratégia e nas propostas do que na discussão sobre os cargos. Definimos a estratégia; depois, vamos discutir a estrutura, como o governo deve ser organizado para que possamos entregar essas medidas rapidamente e mudar a vida do cidadão", explicou.

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