A dívida pública federal do Brasil alcançou R$ 8,6 trilhões recentemente e projeta-se para ultrapassar R$ 10 trilhões caso o ritmo atual persista em 2026. Em novembro de 2025, o indicador cresceu 2,75%, chegando a R$ 8,48 trilhões, segundo dados oficiais.
A expansão do endividamento ocorre enquanto o país enfrenta o maior rombo fiscal desde a adoção do Real como moeda. A terceira gestão cumpre um papel central nesse cenário, com políticas que intensificaram o aumento das despesas em relação à arrecadação.
Especialistas alertam para os desafios que um quadro de dívida próximo aos R$ 10 trilhões impõe à sustentabilidade das contas públicas. Sem ajustes, o risco de elevação contínua das taxas de juros ou cortes em investimentos sociais cresce significativamente.
O tema já foi destacado em análises anteriores, que chamavam atenção para o crescimento acelerado do rombo fiscal em 2025, reforçando dúvidas sobre o controle das finanças no governo atual.

