O presidente Donald Trump utilizou duas ocasiões importantes para reforçar suas críticas ao comunismo e aos democratas progressistas. Os discursos ocorreram em momentos distintos das celebrações do 250º aniversário da independência dos Estados Unidos, na sexta-feira, 3, no Monte Rushmore, em Dakota do Sul, e no sábado, 4, no National Mall, em Washington.
Na véspera do Dia da Independência, Trump enfatizou a necessidade de proteger as liberdades defendidas pelos fundadores do país há 250 anos, descrevendo a ameaça comunista como uma preocupação crescente, associada aos democratas progressistas. Durante seu discurso, ele destacou a importância do monumento aos presidentes, afirmando que é fundamental manter a grandeza da nação.
"Estamos diante do monumento desses heróis, um verdadeiro grupo de pessoas extraordinárias, e nos dedicamos novamente a ser uma nação tão grande, ousada, nobre e grandiosa quanto esses gigantes norte-americanos", declarou Trump. Ele ressaltou que, apesar das dificuldades, a nação deve perseverar.
O Memorial Nacional do Monte Rushmore, onde o presidente fez seu discurso, foi concluído em outubro de 1941 e é uma escultura em granito criada por Gutzon Borglum e seu filho, Lincoln Borglum. As esculturas representam as cabeças de quatro presidentes dos Estados Unidos: George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln, cada uma com cerca de 18 metros de altura. A construção teve início em 1927, e os rostos foram finalizados entre 1934 e 1939.
No evento oficial do Dia da Independência, Trump reiterou seu apoio ao que chamou de "excepcionalismo" norte-americano, enfatizando que os Estados Unidos são a terra da liberdade. Durante seu discurso, ele também fez novas críticas ao comunismo, descrevendo-o como um "câncer" que deve ser combatido. "Tem que arrancar pela raiz", afirmou, acrescentando que a bandeira dos EUA derrotou o comunismo no passado e que isso pode acontecer novamente se necessário.
Além disso, Trump mencionou outras bandeiras de seu governo, como a oposição ao voto por correspondência e fez uma homenagem a veteranos de guerra e astronautas. Ao falar sobre questões internacionais, ele destacou o que considerou uma vitória dos EUA em relação ao Irã, afirmando que o país havia "afundado toda a marinha iraniana".

