Donald Trump formaliza grande acordo de petróleo com a Venezuela

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um acordo histórico com a Venezuela, que permitirá o controle.
WhatsApp
Facebook
Twitter
Print

Na última sexta-feira, 28, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou um acordo com a Venezuela que visa assegurar aos norte-americanos o controle de mais de 65 bilhões de barris das reservas de petróleo comprovadas do país sul-americano. Trump descreveu a transação como "o maior acordo de petróleo da história mundial".

O secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário de Guerra, Pete Hegseth, estiveram envolvidos na negociação com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, além de empresas privadas, para concretizar o acordo. Trump destacou, por meio da plataforma Truth Social, que essa operação histórica dobrará as reservas de petróleo dos EUA, ampliará a oferta e deverá reduzir significativamente os preços da gasolina para os cidadãos norte-americanos.

Rubio também comentou sobre a importância do acordo, afirmando que a iniciativa permitirá aos EUA garantir "reservas estáveis e petróleo de baixo custo" no Hemisfério Ocidental, além de contribuir para a diminuição dos preços dos combustíveis no país. Ele declarou que a operação pode trazer quase US$ 100 bilhões em investimentos privados para a Venezuela, além de apoiar a criação de milhares de empregos com salários elevados e auxiliar na recuperação da economia venezuelana.

A ditadura chavista expressou otimismo com o acordo. Delcy Rodríguez declarou, conforme informações da Fox News, que a negociação permitirá um aumento significativo na produção de petróleo com a colaboração de operadores privados. A proposta inclui o desenvolvimento de 17 campos estratégicos, com potencial comprovado de 65 bilhões de barris, além da previsão de mais de US$ 100 bilhões em investimentos.

Delcy ressaltou que esses investimentos não apenas promoverão a recuperação e modernização da indústria petrolífera da Venezuela, mas também contribuirão para o crescimento econômico do país, a segurança energética da região e um maior equilíbrio nos mercados internacionais.

PUBLICIDADE

Relacionadas: