FIFA busca parcerias com investidores de Donald Trump para futura Copa do Mundo

A FIFA está em negociações para vender parte da Copa do Mundo, visando aumentar os lucros da.
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A Copa do Mundo de 2026 ficará marcada como um marco financeiro para a FIFA, que obteve um lucro de aproximadamente R$ 81 bilhões. Com o foco em maximizar os ganhos futuros, a entidade que governa o futebol mundial está em busca de parcerias com empresas privadas. Informações indicam que já foram realizadas conversas com investidores associados a Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos.

Enquanto as partidas acontecem, a dinâmica do evento vai além do campo, envolvendo uma série de decisões empresariais. A relação entre Gianni Infantino, atual presidente da FIFA, e Donald Trump ilustra como essa conexão pode ser vantajosa para ambas as partes durante o Mundial de 2026.

A FIFA planeja não apenas modernizar as próximas edições da Copa do Mundo, mas também aumentar os lucros através de novas vendas. Além dos investidores ligados a Trump, a entidade está em tratativas para negociar percentuais da Copa com outras empresas, seguindo uma abordagem analítica com vistas ao torneio de 2030.

Gianni Infantino, que foi reeleito para a presidência da FIFA em 2023, permanecerá no cargo até 2027. No próximo ano, ele buscará novamente a reeleição, o que, se bem-sucedido, o manterá na liderança da FIFA durante a Copa de 2030, a ser realizada em Portugal, Espanha e Marrocos, com a presença especial da Argentina e Uruguai para comemorar o centenário da competição.

Caso a venda de parte da competição se concretize, Infantino assumirá um papel importante, atuando como um comissário dos novos investidores, mantendo sua participação ativa na organização do evento.

Entretanto, a Copa do Mundo de 2026 não foi isenta de críticas. A final, por exemplo, foi marcada por apresentações de artistas como Madonna, Shakira, Justin Bieber e BTS, o que desagradou muitos torcedores. Os ingressos para o evento custaram mais de R$ 10 milhões, o que gerou insatisfação entre os que esperavam um foco maior na competição em si.

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