O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, mencionou que a instituição está em um "luto" e destacou a importância de não buscar soluções individuais para o caso do Banco Master. Ele enfatizou que a ética deve ser um valor primordial para os servidores do BC e que o momento é de consternação.
Galípolo rejeitou a ideia de um salvador da pátria e defendeu que cada um deve desempenhar seu papel dentro da instituição. Segundo ele, essa colaboração institucional é fundamental para enfrentar os desafios que o país enfrenta. O presidente também comentou sobre a estrutura colegiada do BC, que ajudou a conter irregularidades de ex-servidores.
Ele reiterou a necessidade de um projeto de lei complementar para modernizar a legislação bancária, que está em discussão no Congresso há cerca de dez anos. Galípolo apontou que a legislação atual é ultrapassada e que novas ferramentas são necessárias para lidar com instabilidades financeiras de forma mais ágil.
Por fim, o presidente do BC destacou a importância de debater essas questões em tempos tranquilos, evitando pressões que surgem em situações críticas. Ele acredita que a preparação prévia é essencial para que a instituição possa agir adequadamente quando necessário.

