Gleisi Hoffmann critica governo dos EUA enquanto PCC e Comando Vermelho são rotulados como

A ex-ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, optou por atacar a família Bolsonaro, ignorando a recente classificação.
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Foto: Foto: Ricardo Stuckert | PR

A recente declaração dos Estados Unidos, que classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas globais, gerou reações diversas no Brasil. Para muitos cidadãos preocupados com a segurança pública, essa medida seria uma oportunidade para um reconhecimento significativo. Contudo, a ex-ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, decidiu desviar o foco, atacando a família Bolsonaro e chamando-os de "traidores da pátria".

A crítica não se limitou à família, já que Gleisi também se manifestou sobre a ingerência estrangeira, ignorando o contexto em que o governo americano intensifica esforços contra facções criminosas que atuam em larga escala. O silêncio do PT sobre a gravidade da situação gerou questionamentos: por que essa classificação de organizações criminosas incomoda tanto o partido?

Gleisi argumentou que a rotulação das facções ameaça a "soberania brasileira", mencionando questões como petróleo, terras raras e a Amazônia. No entanto, não expressou indignação em relação ao PCC ou ao Comando Vermelho, limitando-se a uma frase genérica sobre a necessidade de combate ao crime. A resposta pareceu desproporcional, especialmente diante da gravidade da situação.

A ex-ministra tentou destacar a Operação Carbono Oculto II como um exemplo de controle do governo Lula sobre o crime organizado, citando a Lei Antifacção e pedindo a aprovação da PEC da segurança. Contudo, a eficácia das ações do governo é questionada, uma vez que o PCC e o CV cresceram a ponto de serem reconhecidos como ameaças globais durante períodos em que o PT esteve no poder.

A situação levanta um contraste: enquanto o governo americano toma medidas concretas contra o crime organizado, Gleisi opta por defender uma soberania abstrata e criticar adversários políticos, minimizando a seriedade das organizações que controlam o tráfico e estão envolvidas em milhares de mortes. Essa escolha pode ser vista como uma tentativa de desviar a atenção do verdadeiro problema, que é a segurança pública.

Assim, a mensagem que chega ao cidadão comum, especialmente aquele que vive sob a ameaça do crime organizado, é clara. Para o PT, a questão não é o crime em si, mas sim como e por quem esse crime é abordado. O descontentamento com a situação da segurança pública é palpável, e a retórica partidária parece afastar-se cada vez mais das reais preocupações da população.

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