Uma das principais instituições financeiras globais está descartando a agenda woke na formação de seu conselho de administração. Desde 2024, o Goldman Sachs avaliava candidatos com base em quatro critérios, incluindo diversidade abrangente que englobava experiências, formação, histórico militar e categorias demográficas como raça e gênero.
A partir de fevereiro, o banco pretende finalizar a exclusão de fatores como etnia, identidade de gênero e orientação sexual do processo de indicação. A decisão é uma resposta ao pedido de uma organização conservadora, que argumentou que as políticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) direcionavam a instituição para uma postura politizada e aumentavam riscos legais.
Em um acordo entre as partes, o grupo retirou sua proposta de rejeição após o Goldman Sachs garantir que a nova redação das normas será apresentada ao conselho. No ano passado, o banco já havia reduzido iniciativas voltadas ao DEI, como o programa ‘One Million Black Women’, e deixado de exigir diversificação em empresas clientes norte-americanas e europeias.
A mudança ocorre em um cenário regulatório alterado, com departamentos federais investigando políticas de DEI desde uma ordem executiva emitida no início do mandato do presidente Donald Trump.