Hussein Makled, apontado como chefe do quartel-general de inteligência do Hezbollah, foi morto em um ataque das Forças de Defesa de Israel (IDF) em Beirute. Os militares israelenses afirmaram que Makled tinha um papel central na estruturação da área de inteligência do grupo e na execução de ataques contra Israel.
O ataque ocorreu após o Hezbollah lançar foguetes e drones em retaliação pela morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Em resposta, Israel bombardeou alvos no Líbano, incluindo a capital, Beirute.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, anunciou a proibição de atividades militares do Hezbollah e exigiu que o grupo entregasse suas armas ao Estado libanês. Ele destacou que a decisão sobre guerra e paz cabe exclusivamente ao governo libanês.
Israel, por sua vez, declarou que o líder do Hezbollah, Naim Qassem, se tornou um alvo prioritário e que novos ataques estão previstos no sul do Líbano, onde alertas de evacuação foram emitidos. O Ministério da Saúde do Líbano reportou ao menos 31 mortes decorrentes dos bombardeios israelenses desde a madrugada da segunda-feira.

