Um porta-voz das Forças de Defesa de Israel anunciou que aproximadamente 100 mil reservistas foram convocados em meio à ofensiva contra o Irã. Esta mobilização segue a declaração do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que afirmou que os ataques “aumentarão nos próximos dias” após a morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, e outros altos integrantes do regime.
Netanyahu, em vídeo gravado no Ministério da Defesa, em Tel Aviv, disse que as forças israelenses estão bombardeando intensamente Teerã. O tenente-coronel israelense Nadav Shoshani informou que não existem planos atuais para o envio de tropas terrestres ao Irã.
A escalada de tensões começou quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o início de “grandes operações de combate” contra o Irã, com o objetivo de destruir o programa nuclear do país. Israel confirmou a realização de ataques aéreos.
Em resposta, o regime iraniano lançou ataques contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque, aumentando o risco de um conflito regional.

