Justiça Militar reabre investigação sobre vazamento de áudio

A Justiça Militar determinou a reabertura das investigações sobre o vazamento de um áudio sigiloso entregue ao.
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A Justiça Militar reabre investigação sobre vazamento de áudio ao PCC

A investigação sobre o vazamento de um áudio sigiloso entregue ao Primeiro Comando da Capital (PCC) por R$ 5 milhões foi reaberta. O áudio registra uma conversa entre o promotor Lincoln Gakiya, um policial penal e policiais militares no quartel da Rota.

O Inquérito Policial Militar (IPM) aberto em outubro de 2024 foi arquivado. Agora, um novo inquérito investiga sete PMs que atuaram no setor de inteligência da Rota. Um deles, um sargento, está preso.

A investigação não identificou quem recebeu o dinheiro. Segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a Corregedoria da Polícia Militar, o vazamento frustrou prisões de traficantes e chefes da facção.

O promotor Lincoln Gakiya saiu em defesa do policial penal que participou da reunião. O promotor afirmou que o agente é de sua “estrita confiança” e disse ter certeza de que ele não gravou nem vazou a conversa.

O responsável pelo vazamento é um policial militar da Rota. O IPM de 2024 apurava a atuação de dois núcleos suspeitos de ligação com o PCC. Um deles ficava dentro da Rota. O outro reunia policiais de batalhões da PM, em sua maioria na zona leste da capital.

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