Justiça nega prisão de sócios de academia onde mulher morreu depois de usar piscina

A Justiça de São Paulo decidiu não prender os sócios da G4 Gym após a morte de.
WhatsApp
Facebook
Twitter
Print

A Justiça de São Paulo indeferiu o pedido de prisão temporária contra os sócios da G4 Gym, relacionado à morte da professora Juliana Faustino Basseto, de 27 anos, ocorrida após o uso da piscina da academia. A mulher passou mal e faleceu horas depois de ser levada ao hospital.

A principal hipótese é que Juliana tenha morrido devido a intoxicação por cloro usado na piscina. Outras cinco pessoas que também nadaram no local no mesmo dia precisaram de atendimento hospitalar.

A juíza Paula Marie Konno, responsável pela decisão, afirmou que não havia indícios de obstrução às investigações por parte dos sócios e que já haviam prestado depoimento. Medidas cautelares foram impostas, como comparecimento em juízo e proibição de contato com testemunhas.

A defesa dos sócios expressou satisfação com a decisão, ressaltando que eles permanecerão à disposição das autoridades. A Polícia Civil, por sua vez, indiciou os três empresários por homicídio com dolo eventual, enquanto um ajudante-geral foi acusado de realizar a mistura química que provocou o mal-estar dos alunos.

PUBLICIDADE

Relacionadas: