A Avenida Paulista foi palco do ato "Acorda Brasil" neste domingo (1º), reunindo lideranças da direita, como o senador Flávio Bolsonaro, o deputado Nikolas Ferreira, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o pastor Silas Malafaia. Os participantes se concentraram nas imediações do Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde milhares de manifestantes se reuniram desde o fim da manhã.
Flávio Bolsonaro foi recebido por apoiadores que pediram fotos e o cercaram ao chegar ao local. Com a ajuda de seguranças, ele se dirigiu ao carro de som principal, onde seria realizado seu discurso. O evento também teve como foco a defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, além de críticas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Durante a manifestação, Zema destacou que "ninguém no Brasil é intocável" e que a população está "indignada" com os acontecimentos recentes. Ele afirmou que voltará à Paulista “quantas vezes for necessário” para se opor ao governo federal e aos ministros do STF.
Eduardo Bolsonaro participou do evento por chamada de vídeo, agradecendo aos manifestantes e afirmando que o movimento busca "justiça que vai ser traduzida em anistia". No Rio de Janeiro, uma manifestação em Copacabana reuniu cerca de 4,7 mil pessoas, conforme levantamento realizado por instituições acadêmicas.

