Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, entregou-se à Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta segunda-feira, 20. Ela compareceu à 34ª DP, de Bangu, na Zona Oeste da capital, três dias depois que o ministro do STF, Gilmar Mendes, determinou sua volta à prisão, na última sexta-feira, 17.
O ministro Gilmar Mendes atendeu a uma reclamação apresentada pelo pai de Henry, com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). A decisão de Gilmar Mendes atendeu a uma reclamação apresentada pelo pai de Henry, com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A decisão de Gilmar Mendes atendeu a uma reclamação apresentada pelo pai de Henry, com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). O ministro acolheu o parecer do órgão e restabeleceu a custódia da ré.
O Laudo do Instituto Médico-Legal apontou 23 lesões por ação violenta. A investigação concluiu que a criança era vítima de agressões recorrentes.
Um novo laudo pericial afastou de forma definitiva a hipótese de que Henry Borel, de 4 anos, tenha morrido em razão de uma queda acidental. O documento técnico concluiu que as lesões encontradas no corpo da criança são compatíveis com agressões múltiplas, distribuídas por diferentes regiões — e não com um acidente doméstico.
O padrasto, Jairinho, responde por homicídio qualificado. Monique é acusada de homicídio por omissão. Ambos foram presos em abril de 2021.

