Marco Rubio clama por libertação de líderes religiosos detidos na China e critica repressão

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, pediu a libertação imediata de líderes da Igreja.
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O senador Ted Cruz também se posicionou em defesa da Igreja Zion, enfatizando que é necessário deixar claro para o PCC que a perseguição a cristãos e a outros grupos de fé deve ser encerrada. Cruz declarou que Os Estados Unidos estão dispostos a utilizar todos os recursos, tanto diplomáticos quanto econômicos, para responsabilizar os oficiais do governo chinês.

Além disso, o ex-vice-presidente Mike Pence e o ex-secretário de Estado Mike Pompeo se uniram às críticas às detenções dos líderes religiosos, manifestando apoio à causa. A situação evidencia uma crescente preocupação entre os líderes políticos dos Estados Unidos em relação à liberdade religiosa na China.

Em resposta às críticas, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou não ter conhecimento sobre os casos mencionados e reiterou que "o governo chinês administra os assuntos religiosos de acordo com a lei e protege a liberdade religiosa dos cidadãos." Essa resposta se alinha com a postura do regime diante de críticas internacionais, que frequentemente invoca a soberania nacional e encerra discussões sobre a questão da liberdade religiosa no país.

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