Marcos Degaut destaca ações de Eduardo Bolsonaro na política externa brasileira

No programa ALive, analista Marcos Degaut afirmou que Eduardo Bolsonaro teve um impacto significativo na política externa.
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Durante a transmissão do programa ALive na última segunda-feira, dia 07, o analista de segurança internacional Marcos Degaut fez uma análise sobre o papel do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na política externa do Brasil. Degaut afirmou que Eduardo desempenhou um papel mais relevante nos últimos anos do que o Partido dos Trabalhadores (PT) durante suas duas décadas de governo.

Para o analista, é importante reconhecer essa contribuição. Ele destacou que Eduardo Bolsonaro foi fundamental para despertar o interesse da população brasileira em temas relacionados à política externa. Segundo Degaut, a política externa nunca foi um tópico de grande relevância no cotidiano dos cidadãos, mas essa realidade começou a mudar, em parte, devido ao trabalho de Eduardo e de outros envolvidos nesse contexto.

“Hoje, as pessoas estão mais interessadas em entender o que é política externa e como isso afeta suas vidas diárias”, disse Degaut, que também parabenizou Eduardo pela sua atuação. Desde o governo de Jair Bolsonaro, Eduardo tem mantido uma articulação política intensa com a administração do ex-presidente dos EUA, Donald Trump.

Em uma ação notável, Eduardo articulou a imposição da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes no ano passado. A relação entre os dois se fortaleceu em novembro de 2018, quando Eduardo e Filipe Martins, ex-assessor de Jair, se tornaram figuras centrais na conexão entre os conservadores brasileiros e o governo Trump. Eles viajaram aos EUA para estabelecer laços entre a administração de Trump e a futura gestão de Bolsonaro no Palácio do Planalto.

Naquele período, o estrategista Steve Bannon, que tinha relações com o filósofo Olavo de Carvalho, manifestou apoio a Bolsonaro e atuou como um elo entre os brasileiros e os movimentos conservadores nos EUA. Essa articulação foi crucial para o fortalecimento das relações entre os dois países e para a formação de uma nova agenda política externa brasileira.

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