A líder opositora venezuelana afirmou que retornará à Venezuela em poucas semanas. Ela deixou a Venezuela há quase três meses para receber o Prêmio Nobel da Paz, na Noruega. Ao longo do pronunciamento, mencionou presos políticos que foram libertados e mães que passaram noites infinitas em vigília diante dos centros de tortura.
Ela também agradeceu ao povo e ao governo dos Estados Unidos, inclusive militares, por ações que, segundo suas palavras, teriam sido realizadas pela liberdade da Venezuela e pela segurança nacional de seu país. María Corina afirmou que a transição à democracia na Venezuela é irreversível e defendeu o fortalecimento da união entre venezuelanos, a consolidação de um grande acordo nacional e a preparação para uma nova e gigantesca vitória eleitoral.
A ativista venezuelana foi laureada com o Prêmio Nobel da Paz de 2025. Ela uniu a oposição do seu país e tem sido firme em seu apoio a uma transição pacífica para a democracia. Em outubro de 2023, María Corina venceu as eleições primárias na Venezuela, mas o regime de Maduro a impediu de concorrer à Presidência em 2024.

