Imagens e relatos divulgados nas redes sociais mostram iranianos comemorando em cidades dos Estados Unidos e do Canadá após a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. As celebrações foram descritas como o "alvorecer de um Irã livre" e refletem a esperança de mudança política entre a diáspora iraniana.
Testemunhas relataram comemorações em cidades iranianas como Teerã, Karaj e Isfahan, com vídeos mostrando buzinaços e aglomerações em Shiraz e Abdanan. Parte das gravações exibe imagens de manifestantes mortos durante protestos antigovernamentais recentes, destacando o contexto de repressão no país.
A mídia estatal iraniana confirmou a morte de Khamenei após bombardeios dos Estados Unidos e Israel em Teerã e outras cidades. Ele ocupava o cargo desde 1989 e, aos 86 anos, era a principal autoridade política e religiosa do Irã, com influência sobre as Forças Armadas, a política externa e o programa nuclear do país.
A agência Fars, ligada à Guarda Revolucionária, informou que familiares diretos de Khamenei também foram vítimas dos ataques, incluindo sua filha, genro, neto e uma nora.

