Oposição ressalta impactos do programa de renegociação de dívidas do Governo Federal

Durante sessão na Assembleia Legislativa do Paraná, a Oposição destacou o programa Desenrola Brasil 2.0, que visa.
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Deputado Arilson Chiorato (PT), líder da Oposição na Casa. — Foto: Deputado Aril

O programa Desenrola Brasil 2.0, lançado pelo Governo Federal, foi tema central na sessão do Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta terça-feira (5). A Bancada de Oposição destacou a importância da medida como uma ferramenta para facilitar a renegociação de dívidas, com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e promover um impacto positivo na economia. A nova fase do programa se concentra na renegociação de débitos de pessoas físicas, especialmente aquelas que enfrentam restrições de crédito.

Uma das principais características do Desenrola Brasil 2.0 é a possibilidade de parcelamentos com juros reduzidos, que começam em 1,9% ao mês. Além disso, a iniciativa permite o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas. Essa abordagem visa não apenas diminuir a inadimplência, mas também ampliar o acesso ao crédito, beneficiando um maior número de consumidores.

O deputado Arilson Chiorato, líder da Oposição na Alep, enfatizou que a redução do custo do crédito é um dos principais impactos esperados do programa. Ele afirmou que a alta taxa de juros é um dos maiores desafios da economia brasileira atualmente e que o Desenrola proporciona uma alternativa viável para que as pessoas possam se livrar de suas dívidas. “O Desenrola garante crédito acessível para que as pessoas consigam sair da dívida”, declarou.

Além de facilitar a renegociação, o programa é visto como uma forma de promover a reorganização financeira das famílias. Arilson Chiorato destacou que a medida traz não apenas alívio financeiro, mas também emocional para os devedores. Ele relacionou o Desenrola a outras políticas públicas implementadas pelo presidente Lula, ressaltando que o governo tem priorizado as necessidades da população mais vulnerável.

A deputada Luciana Rafagnin (PT) também comentou sobre o alcance social do programa. Ela mencionou que a possibilidade de renegociar dívidas de até R$ 15 mil é um passo significativo para ajudar as famílias a recuperarem sua saúde financeira. “Isso com certeza vai contribuir muito para que as pessoas que hoje não estão conseguindo ficar em dia com suas obrigações possam acessar crédito com taxa de juros reduzida”, afirmou.

Durante a discussão, o deputado Arilson também apresentou dados econômicos relevantes. Estatísticas do IBGE indicam que a taxa de desemprego no Brasil está entre 5,8% e 6,1% nos primeiros meses de 2026, enquanto a inflação, medida pelo IPCA, fechou 2025 em 4,26%. “A inflação está sob controle no Brasil. O desemprego está na casa de 5%”, destacou.

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