A Justiça da Paraíba condenou o padre Egídio de Carvalho Neto a 5 anos, 6 meses e 20 dias de prisão por furto de 676 celulares doados pela Receita Federal ao Hospital Padre Zé em 2023.
A pena inicial é em regime semiaberto. O assistente também foi condenado a 4 anos, 7 meses e 16 dias. Os dois terão de devolver R$ 525 mil ao Instituto São José e à Arquidiocese da Paraíba.
A investigação apontou que os celulares faziam parte de carga avaliada em R$ 807 mil, recebida em maio de 2023. O material seria vendido para compra de ambulância. No entanto, em junho, 15 caixas foram levadas à sala da Presidência do hospital sem conferência por terceiros.
Em julho, constatou-se que 12 estavam vazias. A apuração apontou que 676 aparelhos, avaliados em R$ 525 mil, foram desviados. Houve ainda interrupção no sistema de câmeras do hospital, operado pelo setor de TI.

