O Paraná alcançou uma marca inédita em sua história ao registrar uma taxa de desemprego de apenas 3,1% no segundo semestre de 2026. Esse dado foi divulgado na última sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral. A nova taxa representa uma queda de 0,1 ponto percentual em relação ao recorde anterior, que era de 3,2% nos quartos trimestres de 2025 e 2024.
Com uma força de trabalho composta por 6,483 milhões de pessoas, o estado conta com 6,285 milhões de trabalhadores empregados, o que representa o maior número desde o início da série histórica em 2012. Comparado ao segundo semestre de 2025, o Paraná conseguiu criar 127 mil novos postos de trabalho, um indicativo positivo para a economia local.
O número de desempregados TAMBÉM atingiu um ponto histórico, com apenas 198 mil pessoas sem trabalho, uma redução de 7 mil em relação ao melhor resultado anterior, que era de 205 mil no quarto trimestre de 2025. O governador Ratinho Junior comentou sobre a importância desse feito, ressaltando que o estado alcançou uma economia robusta, onde a quantidade de vagas de emprego já supera o número de pessoas disponíveis para trabalhar.
Desde o terceiro trimestre de 2024, a taxa de desocupação no Paraná tem se mantido igual ou abaixo de 4%, sendo que uma taxa entre 3% e 5% é considerada como pleno emprego pelos economistas. A situação do mercado de trabalho no estado reflete um cenário otimista e favorável para os trabalhadores.
Além dos dados sobre desemprego, a PNAD TAMBÉM revelou que o rendimento médio real habitual dos paranaenses foi de R$ 4.204 no segundo semestre de 2026, um aumento significativo de 6,4% em comparação ao segundo trimestre de 2025, quando o rendimento médio era de R$ 3.951. Essa renda coloca o Paraná na quarta posição em termos de rendimento médio no país, atrás do Distrito Federal (R$ 6.171), São Paulo (R$ 4.447) e Santa Catarina (R$ 4.372).
Os dados sobre as taxas de desemprego no Brasil mostram que os estados com as maiores taxas de desocupação no segundo semestre de 2026 foram Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Piauí (8,3%) e Pernambuco (8,3%). O desempenho do Paraná nesse cenário destaca a força econômica do estado e a eficiência das políticas de emprego implementadas nos últimos anos.

