Polícia Federal realiza operações contra Cláudio Castro e empresário da Refit

Na manhã de 15 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão.
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Foto: relogio

Na manhã desta sexta-feira, dia 15 de maio de 2026, a Polícia Federal executou mandados de busca e apreensão direcionados ao ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e ao empresário Ricardo Magro, que é o proprietário da Refit. As operações ocorreram em um condomínio de alto padrão localizado na Barra da Tijuca, na capital fluminense.

A decisão que autorizou as ações da PF foi emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, pertencente ao Supremo Tribunal Federal. A medida faz parte de um contexto mais amplo em que se discute a violência policial em operações em comunidades do Rio de Janeiro.

O foco principal da investigação está relacionado ao incentivo fiscal que a antiga refinaria de Manguinhos recebeu em 2023, durante a gestão de Cláudio Castro. Tal incentivo possibilitou que a refinaria ampliasse sua atuação no mercado de óleo diesel, levantando questionamentos sobre a legalidade e a moralidade desse apoio governamental.

Essa ação judicial está inserida na ADPF das Favelas, que foi proposta ao Supremo pelo Partido Socialista Brasileiro. O objetivo da ação é questionar práticas de violência policial e buscar a implementação de medidas que visem à redução da letalidade nas operações realizadas nas comunidades cariocas.

As repercussões dessa operação da Polícia Federal devem ser acompanhadas de perto, uma vez que envolvem figuras proeminentes da política e do empresariado no estado do Rio de Janeiro, além de tocar em questões sensíveis relacionadas à segurança pública e direitos humanos.

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